segunda-feira, 16 de julho de 2018

Orla de João Pessoa é destaque em jornal argentino

Considerada a orla mais bonita do Nordeste, João Pessoa recebeu destaque internacional por suas “praias espetaculares”, segundo publicou o jornal argentino La Nación. Frequentado por turistas do país vizinho, o litoral da Capital paraibana é recomendado por suas piscinas naturais, pela riqueza da fauna marinha e pela tranquilidade da cidade, “lugar onde a alma se aquieta, quase sem querer, na cadência nordestina”.

Além da praia, o jornal argentino trata da imponência do verde, destacando a Mata do Buraquinho, além da riqueza do Centro Histórico da Capital, cercada por um conjunto de monumentos nos arredores do Paço Municipal. “A infraestrutura para o turismo é fundamental na atração de novos visitantes para a nossa cidade. A nova calçadinha, que agora passa pela última etapa, junto com a nova iluminação em LED mostram que é possível agregar um novo valor aos espaços emblemáticos da cidade”, disse Fernando Milanêz, secretário de turismo da Capital.

De acordo com o secretário, o investimento no Centro Histórico é outro grande diferencial. “A gestão está fazendo o que nunca foi feito pela região onde a cidade nasceu. Primeiro, deu nova vida a equipamentos como a Praça da Independência, o Pavilhão do Chá e o Parque da Lagoa. Depois, promoveu a ocupação cultural permanente com o AnimaCentro e, nos últimos dias, demos um passo decisivo para a ocupação do Centro Histórico, com a Villa Sanhauá, que reúne moradia e comércio no mesmo espaço”, apontou.

Publicação – A reportagem do “La Nación” destaca a influência das marés na vida da cidade e as ciclovias que cortam a Capital paraibana. O cuidado ambiental é ressaltado, com o alerta de que todos os quiosques ficam fora da zona da areia da praia. Outro ponto levantado pela matéria é a hospitalidade do pessoense: “a maior parte das pessoas beijam e abraçam no momento de se cumprimentar”, diz.

A reportagem completa está disponível no link: https://www.lanacion.com.ar/2152662-joo-pessoa-el-principe-de-las-mareas

Secom-JP
Foto: Juliana Santos
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Abrajet PB elege os 11 ganhadores do Troféu Waldemar Duarte 2018

A Abrajet PB – Associação de Jornalistas de Turismo, seccional Paraíba, elegeu, através de votação, onze personalidades e entidades que contribuíram para o turismo na Paraíba para receberem o Troféu Waldemar Duarte – Os Melhores do Turismo, e também três nomes para serem agraciados com a Comenda Wills Leal, concedida a pessoas, entidades ou empresas que se destacam no turismo, nas artes e na cultura de um modo geral, e que elevam o nome da Paraíba.

Vão receber o Troféu Waldemar Duarte a CasaCor Paraíba, iniciativa de arquitetura, o Teatro Pedra do Reino, primeira casa de espetáculos de grande porte, a Vila Sanhauá, restauração da Prefeitura Municipal de casario antigo, no centro histórico de João Pessoa, o Museu dos Três Pandeiros, pela contribuição cultural, em Campina Grande; a Nau Catarineta, de Cabedelo, pela resistência cultural; a Festa Bode na Rua, do município de Gurjão, pela criatividade e valorização da identidade regional; a Fábrica de Sanfonas do músico Amazan, pela excelência em qualidade, em Campina Grande; a executiva Ana Maria Gondim, pela contribuição ao turismo no brejo paraibano, o Engenho Várzea de Coaty, em Areia, pela manutenção do patrimônio; a prefeita do Conde, Márcia Lucena, pelas obras no município e o Grupo Folclórico do Sesc, de João Pessoa, por representar a dança e a cultura paraibana.

A Comenda Wills Leal será entregue a três personalidades: jornalista, escritor e cordelista Bráulio Tavares, pela obra; atriz Zezita Matos, pelo trabalho em representar a Paraíba em grandes produções; e Abelardo Jurema, pela contribuição na divulgação da cultura e turismo do Estado. A presidente da  Abrajet PB, Messina Palmeira, informou que a eleição foi através de votos e as indicações foram feitas pelos sócios. Ainda não foi definido o local e a data da solenidade de entrega dos troféus e da comenda.

 Rosa Aguiar - Assessoria Abrajet/PB
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Tailândia estreia no Festival JPA

Exótica e encantadora. Atraente e arrebatadora. São muitos os adjetivos que poderíamos usar para tentar descrever a Tailândia, país do sudeste asiático com vasta riqueza cultural, gastronomia apaixonante e cenários paradisíacos que, este ano, participará pela primeira vez como expositora do Festival de Turismo do João Pessoa. 

Representada pela Tourism Authority of Thailand, instituição encarregada de promover o país internacionalmente há 58 anos, o país marcará presença no 8º Festival de Turismo de João Pessoa com a campanha "Open to the New Shades", programa turístico que incentiva os visitantes a descobrir uma nova perspectiva sobre a Tailândia, tanto em locais já consagrados quanto em locais novos. 

Agentes e operadores, vindos principalmente do Nordeste, poderão extrair informações precisas sobre o país que, nos últimos anos, caiu no gosto dos brasileiros. Em 2017 o país recebeu 78 mil visitantes do Brasil, número que representa crescimento de 15% com relação a 2016.

A cada edição o evento cresce em expositores internacionais, para este ano o público visitante da feira poderá esperar grande participação de empresas e destinos do exterior, a exemplo da Tailândia.

Assessoria
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

MPF/PB ajuíza ação contra Estado e Sudema para regularização de licenciamento ambiental do Centro de Convenções

Ministério Público quer ainda R$ 1 milhão de indenização por uso irregular da Mata Atlântica

O Ministério Público Federal (MPF) em João Pessoa (PB) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, contra o Estado da Paraíba e a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), objetivando a anulação da Licença de Instalação n.º 336/2009 e todos os atos dela decorrentes, concedida pela Sudema ao Estado, para a concretização do Centro de Convenções, que integra o Polo Turístico Cabo Branco. O MPF entende que o empreendimento contém diversas irregularidades que contrariam a Lei n.º 11.428/2006, que trata da utilização e proteção de vegetação nativa do bioma Mata Atlântica.

Além da regularização do licenciamento, o MPF quer que o Estado pague R$ 1 milhão de indenização por dano material e moral coletivo ao meio ambiente, com aplicação do recurso em projetos de proteção e recuperação ambiental, prioritariamente na Paraíba.

O Ministério Público requer, ainda, a interdição do polo turístico, com suspensão de qualquer autorização/licença de supressão de vegetação em sua área, abrangendo qualquer obra naquele empreendimento, enquanto não regularizado integralmente o licenciamento, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.

O MPF entende que por não ter licença de operação, até o ajuizamento da ação, que está conclusa para decisão liminar, o Centro de Convenções apresenta funcionamento irregular.

Em impugnação à contestação do Estado, o MPF rebateu a alegação sobre o não cabimento de tutela de urgência, afirmando que os elementos de prova estão robustamente demonstrados no processo.

Irregularidades - Dentre as irregularidades detectadas no empreendimento, que constam na ação, estão a concessão de licença de instalação sem que houvesse anteriormente licença prévia para a obra do Centro de Convenções, tendo-se considerado a licença prévia sem validade outorgada em julho de 1989 para o Polo Turístico Cabo Branco, que sequer abrangia, na época, um centro de convenções; como também a ausência de homologação pelo Conselho de Proteção Ambiental (Copam) da licença de instalação do empreendimento.

Outras irregularidades são: a ausência de demonstração da inexistência de alternativa técnica e locacional ao empreendimento proposto, conforme o artigo 14 da Lei 11.428/2006; ausência de demonstração de que a área em questão pertence ao perímetro urbano e desde quando, para que se pudesse averiguar a incidência do artigo 31, §1º ou §2º, da Lei 11.428/2006; ausência da anuência da gestora das unidades de conservação do Parque Estadual do Jacarapé e do Aratu, conforme determina o artigo 36, §3º, da Lei 9.985/2000; ausência de determinação da compensação ambiental referente à destinação de uma área equivalente à extensão da área a ser desmatada ou, na impossibilidade, de reposição florestal, consoante impõe o artigo 17 e §1º da Lei 11.428/2006; ausência de determinação da compensação ambiental por meio da alocação de recursos destinados a apoiar a implantação ou manutenção de unidades de conservação do Grupo de Proteção Integral, nos moldes do artigo 36 da Lei 9.985/2000; ausência de cumprimento dos condicionantes impostos pelo Ibama para supressão de vegetação da Mata Atlântica.

No rol de irregularidades detectadas, ainda há a ausência de estudos mais aprofundados quanto a espécies ameaçadas de extinção, a ponto de se atrair eventualmente a vedação a supressão de vegetação, em estágio avançado e médio de regeneração, que abrigue espécies de flora e fauna silvestres ameaçadas de extinção; e desconsideração do disposto no artigo 14 da Lei  Estadual nº 7.507/2003, no tocante à vedação de supressão de vegetação de mata atlântica, ou à demonstração de requisitos específicos para os excepcionais casos de possibilidade de desmatamento de remanescente do bioma e de seus ecossistemas associados.

“Dessa forma, comprovada a existência de ações e omissões do réu, bem como do dano ambiental e do nexo de causalidade entre este e aquelas, encontra-se plenamente configurada a responsabilidade civil ambiental dos requeridos, o que torna consectário lógico o dever de reparação integral do dano ambiental”, alega o MPF.

“Quanto ao cabimento e valor da indenização, devem ser considerados a gravidade do dano causado e o longo período de ocorrência. Os fatos narrados demonstram, inegavelmente, um histórico de degradação e intensificação de riscos ambientais no tocante ao bioma Mata Atlântica, ocasionado pelo Governo do Estado, restando patente a violação do dever de fiscalização e controle da Sudema, na esfera administrativa, para compelir o promovido a observar todos os requisitos legais necessários ao licenciamento do empreendimento em tela”, acrescentou o procurador da República na ação.

Ainda segundo o Ministério Público Federal, “o caso demonstra a fragilidade do aparato administrativo de licenciamento ambiental, quando envolvidos empreendedores públicos   do próprio ente licenciador, revelando-se a conveniência de se transferir esse tipo de licenciamento para outra esfera, no caso, sendo um Estado empreendedor, para a autarquia federal Ibama. Mas, independentemente dessa solução futura, cabe atualmente impor-se, além da correção judicial das ilegalidades praticadas, também um dever de indenização por danos materiais e morais coletivos”.

Sentido pedagógico – Para o MPF, a responsabilidade ambiental deve ter também um sentido pedagógico, não só para aquele que destrói o meio ambiente, mas para toda a sociedade, de forma que todos possam aprender a respeitar e a preservar o meio ambiente.

Polo Turístico - O Polo Turístico Cabo Branco, criado em 1988, na gestão do então governador Tarcísio Burity, é um projeto de parceria público-privada que abrange, além do Centro de Convenções, a construção de hotéis, pousadas e albergues. Em razão de danos ambientais causados pelas obras de construção do Centro de Convenções, o Ibama ajuizou em 2004 a Ação Civil Pública nº 2004.82.00.006111-9, com pedido de liminar, para compelir a Empresa Paraibana de Turismo S/A (PBTur) a dar início a projeto de recuperação ambiental do polo turístico. O processo judicial foi suspenso em 19 de maio de 2005, para que as partes formulassem termo de ajustamento de conduta. Após as tratativas, Ibama, PBTur e Ministério Público Federal firmaram o acordo que foi homologado por sentença, prevendo a imediata execução do projeto de recuperação da área degradada.

Com a retomada das obras, especificamente para o Centro de Convenções, o MPF instaurou procedimento investigativo em 2009, a partir de representação da Associação Paraibana dos Amigos da Natureza. Foram detectadas diversas irregularidades no pertinente processo de licenciamento e por isso, em março de 2010, o Ministério Público recomendou à Caixa Econômica Federal que suspendesse novos repasses de recursos federais para a execução das obras, até que fossem corrigidas irregularidades do licenciamento ambiental.

Ainda em 2010, o Estado da Paraíba conseguiu reverter no Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão dos repasses dos recursos, “com base em informações incompletas e equivocadas prestadas na época pelo Ibama”, segundo o MPF. Desde então, o Ministério Público Federal vem buscando a regularização do licenciamento das obras com observância de todas as exigências legais.

Processo nº 0805117-05.2017.4.05.8200 

Fonte: Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República na Paraíba
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Tambaú Hotel anuncia vencedores de concurso de fotografia

Nas categorias amador e profissional, participantes puderam registrar a árvore de Natal mais bonita da orla de João Pessoa 

Em dezembro de 2017, o Tambaú Hotel, um dos símbolos da Capital paraibana, lançou o Concurso Cultural de Fotografia para celebrar a árvore de Natal, instalada no centro do Hotel. Para participar, os fotógrafos deveriam seguir o @tambauhotel no Instagram, postar alguma foto com a árvore de qualquer ponto da orla ou da praia e marcar com a hashtag  #ArvoredeNatalTambauHotel.

Nessa sexta-feira (19), a comissão organizadora do concurso anunciou os vencedores. Na categoria profissional, Márcio Monteiro (@marciobmont) registrou uma imagem aérea da cidade e foi o vencedor. Os fotógrafos amadores Clara Araruna (@clara.gif) e Thiago Moraes (@thiagomoraespb) receberam a mesma quantidade de votos e, por isso, a direção do Hotel decidiu premiar os dois. As imagens mais bonitas nas categorias profissionais e amadores foram premiadas com um fim de semana no Tambaú Hotel, com direito a acompanhante. Em breve, a direção do hotel irá entrar em contato com os vencedores para informar os procedimentos para a hospedagem. As fotos vencedoras estão publicadas nas redes sociais do Hotel. 

O Tambaú Hotel fica na Avenida Almirante Tamandaré, 229 - Tambaú, em João Pessoa. Outras informações sobre hospedagem, reservas de salas para eventos e congressos no (83) 2107.1900 ou no site tambauhotel.com.br

Fonte: Integrativa Assessoria de Comunicação 
Foto: Site do Tambaú Hotel
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Município de Conde (PB) revela surpresas para os turistas

No domingo (20.01.2018), atendendo a convite de Débora Rodrigues, da Conde Turismo Receptivo, a presidente da Abrajet PB - Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo, Messina Palmeira, levou jornalistas associados e convidados a conhecerem uma outra faceta do Conde, município distante 32,4 km de João Pessoa (através da PB 008).

Os jornalistas foram recepcionados na paradisíaca pousada Paraíso dos Colibris, de Aurora Costa e pela prefeita do município, Márcia Lucena, em um café da manhã que se transformou em uma conversa informal sobre o turismo da cidade de Conde. De acordo com Márcia Lucena, a preocupação da prefeitura é com o desenvolvimento de um turismo autossustentável, principalmente em Coqueirinho, principal cartão-postal da cidade, "E considerada há dez anos como uma das praias mais bonitas do planeta", enfatiza. Para a prefeita, o Conde desponta como uma importante rota de entrada no turismo paraibano e deve ter como foco "as melhores práticas turísticas para bem receber os turistas e também beneficiar os moradores". Segundo Márcia Lucena, as belezas do município não se resumem ao litoral: "A zona rural também apresenta uma potencialidade de atração de turistas, pois pode ser desenvolvido de forma sustentável, preservando as características rurais". Após a apresentação da prefeita, os jornalistas da Abrajet puderam assistir à  Ciranda da Alegria, grupo das comunidades quilombolas do município, que trouxe muita descontração ao recinto (Clique aqui para assistir).


Em seguida, os jornalistas puderam conhecer a infra-estrutura oferecida pela pousada Paraíso dos Colibris, recomendadíssima para quem gosta de curtir a natureza, relaxar, meditar, andar de pedalinho e ficar bem à vontade com a família e amigos. O estabelecimento possui 40 suítes e bangalôs com TV, wifi, frigobar e ar condicionado, além de sete alojamentos. Para quem gosta de esportes, é possível praticar futebol, vôlei e espiribol. As crianças tem à sua disposição duas charretes com pôneis para passeio, duas piscinas, casa de bonecas e um parque infantil, dentre outras atrações. Quem desejar realizar um evento na pousada, é possível programar casamentos, recepções, aniversários, retiros, cursos e confraternizações.

O Bistrô Mangaba, em Jacumã, foi uma grata surpresa para os jornalistas, com uma estrutura aconchegante e familiar, cuja proposta é de que os clientes não devem ser apenas fidelizados, mas transformados em amigos. Uma visão diferenciada e intimista, que deixa todos à vontade no estabelecimento. O cardápio é diversificado, mas os destaques ficam para a comida regional e as massas, devidamente preparados por Kanan Nakamura e Aline Suzuki, que deixaram São Paulo em busca de novos desafios e satisfação na bela cidade do Conde. Para quem gosta de cachaça, o bistrô oferece um produto da terra: a cachaça Baraúna, da cidade de Alhandra.

A última (e grata!) surpresa do passeio foi a oportunidade de conhecer o Sítio dos Santos, gerenciado pela turismóloga Josélia dos Santos, que vive no local com sua família. Esbanjando simpatia, faz questão de mostrar todo o sítio, contar suas histórias, além de disponibilizar um cardápio regional de muito bom gosto e qualidade. Claro que não poderia faltar um trio de forró para um legítimo arrasta pé. Josélia informa que o Sítio também disponibiliza o "dia arretado" (um termo em legítimo nordestinês para substituir sua versão inglesa "day use"), para quem não tem disponibilidade de tempo para dormir no local.

Para quem acha que a Paraíba se limita apenas ao turismo de sol e mar, aí está o Conde provando que não, surpreendendo até jornalistas de turismo. Surpreenda-se você também e conheça outras facetas da Paraíba.

Serviço:

Pousada Paraíso dos Colibris - http://paraisodoscolibris.com/pt/



Por Fabiano Vidal
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