domingo, 12 de fevereiro de 2017

Em João Pessoa, taxa de ocupação na rede hoteleira deve ficar acima de 90% no Carnaval

A Capital paraibana se divide entre as praias e a riqueza do Centro Histórico. Essa beleza tem atraído cada vez mais turistas, e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PB) estima que a taxa de ocupação na rede hoteleira seja acima de 90% para o período de Carnaval este ano, o que representa mais de nove mil pessoas hospedadas nos leitos cadastrados em João Pessoa.

“O Carnaval de João Pessoa vem ganhando força dentro e fora da Paraíba. Temos um período pré-carnavalesco agitado, com muitos blocos, mas na semana do feriado de Carnaval é possível desfrutar a tranquilidade da cidade, com o cenário paradisíaco das praias e a riqueza cultural do Centro Histórico. Essa junção cria o desejo de conhecer a cidade e aumenta o fluxo turístico”, destacou o secretário adjunto do Turismo, Graco Parente.

O secretário ressaltou ainda que “este ano há um fator importante a ser destacado que é o fato de não estarmos em uma área endêmica da febre amarela, ou seja, João Pessoa é um destino seguro”, afirmou.

De acordo com a presidente da ABIH-PB, Manuelina Hardman, João Pessoa tem registrado uma ótima taxa de ocupação para o Carnaval. “A rede hoteleira já está com mais de 90% dos leitos reservados, mas é preciso mais trabalho do setor, com promoção e divulgação do nosso destino. João Pessoa é uma cidade linda, temos uma boa oferta de leitos e um turismo barato com diárias com preços acessíveis, portanto, é preciso divulgação. Em janeiro, apesar de ser um mês de alta estação, registramos uma taxa de ocupação de 75%, considerada baixa para o período”, disse.

Centro de Informação ao Turista – Uma obra da Prefeitura Municipal de João Pessoa que serve de apoio ao turista, localizado na Feirinha de Tambaú. O local oferece um serviço de informação sobre os roteiros turísticos da cidade e suporte logístico. O horário de funcionamento é das 16h às 20h30 e dois profissionais bilíngues ficam à disposição do público.

Por Nayanne Nóbrega  - Secom
/JP
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